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Molecagens do Futebol
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Moça?... (fato acontecido na sede do Fortaleza Esporte Clube)
Hoje esta história não teria a menor graça, mas nos anos 70 a coisa era diferente. A virgindade das meninas era levada a sério e muito controlada pelos pais. Naquela época, as festas dançantes realizadas na sede do Fortaleza Esporte Clube, no bairro do Pici, eram muito animadas, mas as línguas ferinas do bairro afirmavam que nenhuma das freqüentadoras era "moça" (virgem, queriam dizer). Um dia, uma austera senhora soube que a sua "comportada" filhinha tinha ido à festa do clube. Depois que teve certeza que ela tinha ido, muito abalada, foi ao local procurar a filha. Chegou e foi perguntando ao porteiro: - Moço o senhor viu uma moça loura de cabelos compridos entrar aqui?... O homem esboçou um sorriso irônico e respondeu: - Moça?... Aqui?... Não senhora, eu nunca vi entrar nenhuma, só se pulou o muro...
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Eu estava no jogo...
Num jogo pelo campeonato cearense de 2000, o Juazeiro jogava contra o Ceará. O time do interior já estava perdendo o jogo quando o atacante Valdeir, do Ceará, chutou do meio da rua encobrindo o goleiro, a bola já ia entrando, seria um golaço... Seria, se não fosse a pronta intervenção do massagista do time do Juazeiro, que, num toque de muita classe, dominou a bola e saiu calmamente para a lateral do campo. Entrevistado por repórteres, o "zagueiro penetra" afirmou: "Eu estava no jogo e apenas evitei o gol..."
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Dedeu jogava também com as palavras
Esta estória também é antiga (1970 por aí assim...), mas vale a pena contar. O jogador de futebol Dedeu, cearense que foi jogar no time do Náutico de Recife, tinha uma linguagem muito original. Depois de fazer um gol espetacular, ainda na orla do gramado, foi entrevistado por um repórter de uma rádio local: Repórter
- "Como você fez aquilo rapaz?". Dedeu - "Ah! Eu fiz que ia não fui e acabei fondo!".
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Se roubar...
Num jogo, se não nos falha a memória, entre o Ceará e um time de Pernambuco, a torcida cearense, já escaldada de tantas falhas dos árbitros contra os seus times, levou uma enorme faixa para o estádio. Assim que o jogo começou, foi cuidadosamente desenrolada e nela estava escrito: "Se roubar morre". A mensagem era em tom de brincadeira, claro! Mas, o juiz levou a sério e nunca se viu uma arbitragem tão correta em toda a história do futebol. O Ceará ganhou, é claro!
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A
inocência do Sapenha
Repórter - Sapenha como está o time para o jogo contra o Sport? Sapenha - Ah! O time está foda...
Repórter (já preocupado) - E você? Está bem preparado? Sapenha - Ah! Eu estou fodinha... Repórter (já apavorado com as respostas ainda arrisca)
- Você quer mandar algum recado para o pessoal lá de Fortaleza? Sapenha - Quero! Benção mãe!..
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| "Máximas" e "Marmotas" | |
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Sacolé - jogador do ferroviário, clube de Fortaleza (ano 2001): - " Matador não é quem diz que faz , matador é quem diz que faz e faz mesmo!".
Croinha - Jogador do passado histórico do futebol cearense, grande artilheiro. Certo dia, quando elogiado por um gol belíssimo, falou com modéstia: - "É isso aí, artilheiro veve de gols".
Beto jogador do flamengo: "É impossível sobreviver atualmente no Rio de Janeiro com apenas R$ 40 mil". Disse ao tomar conhecimento do novo teto salarial do clube carioca. Beto tem um salário de cem mil reais (01/03/2001).
Do cronista Mário Filho : "Flamengo e Fluminense foi o clássico que surgiu 15 minutos antes da criação do Universo".
Túlio: "Na Copa de 2002 terei 33 anos, a idade de Cristo, perfeito para realizar o milagre do penta". Dadá Maravilha: "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa", explicação de Dadá Maravilha, um dos mais folclóricos jogadores do futebol brasileiro. Do zagueiro
André Turatto definindo o seu estilo de jogo: "Não sou um jogador muito técnico.
Meu forte é a vontade".
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Zezinho - jogador que veio do Vasco para o Ceará - ao ser entrevistado pelo repórter Danilo Queiroz da Rádio Assunção (08/03/2001):
Repórter - "Como é Zezinho, sai gol hoje?". Zezinho - "É... Eu não sou médico nem engenheiro, só sei jogar futebol, então vou fazer o que sei...".
Repórter - Hoje é o Dia Internacional da Mulher, você vai fazer um gol em homenagem a mulher?... Zezinho - "É... A mulher é muito importante, sem ela a gente não estaria no mundo é como a história do ovo e da galinha...".
Outro repórter da mesma rádio, ironicamente, pergunta - Você é parecido com o Romário ou ele com você? Zezinho -"Ele é quem é parecido comigo porque é mais feio e mais baixo...".
Do locutor da Rádio Assunção: No jogo do Fortaleza contra o ABC do Rio grande do Norte (4X1 para o Fortaleza), em Natal, o bandeirinha não marcava os impedimentos do time local e o locutor Júlio Sales, da rádio cearense, indignado, dizia: "Esse bandeirinha não levanta mais o pau, assim não é possível..." (11/11/2001).
Do Robertinho, técnico do Fluminense (Durante a preleção aos jogadores na partida contra o Santos): "Vocês devem fazer a inversão da dinâmica do somatório". Fonte: Revista Época - 02/09/2002.
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Curiosidades Históricas
A expressão "de charles" teria vindo do nome de um inglês chamado Charles Muller, um dos precursores do futebol no Brasil e era, segundo afirmam, um jogador de muita classe. Daí, quem fazia uma jogada de classe semelhante às jogadas do Charles Muller, estava jogando "de Charles" (uma jogada característica em que o jogador chuta com a parte lateral externa do pé, próximo do calcanhar). Por analogia depois veio a expressão: "charlando" significando: bancando pose (Veja no Dicionário de Cearensês). O jogador Pelé, numa das excursões internacionais do Santos, teve um gol injustamente anulado. Todos os jogadores do time reclamavam do juiz quando o Pelé pediu calma e disse: "Podem deixar que eu faço outro!". E fez realmente, minutos depois. A expressão: "Podem deixar que eu faço outro" virou gíria, na época. O Futsal
O radialista Paulino Rocha jogava no Jacarecanga e era bom de bola. Isso antes de se tornar no melhor e mais famoso comentarista do Rádio cearense. Os ginásios eram sempre lotados. Mais da metade do público pulava o muro. A rapaziada tinha um olho no jogo e outro nas calcinhas das meninas sentadas de mal jeito, eram os chamados
"brecheiros". |
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