Presepadas dos cearenses...

 

 Entre os rapazes:

 

 

- Vamos vender picolé? Eu empurro e tu grita: " Ki Bommm!".

- Mulher de amigo pra mim é homem, coisa que detesto, mas nesse caso, faço uma exceção.

- Para evitar filhos, transe com a cunhada e tenha sobrinhos.

- Adoro a beleza interior de uma mulher, por isso estou sempre entrando nelas.


- Rapaz, viva de acordo com o cachorro! Seja pesado na frente e leve no rabo.
- Vamos comer um peixe? Tu chupa a cabeça e eu como o rabo. 
- Você é meu peixe, dorme no meu aquário e come da minha minhoca. 
- Rapaz, você é uma águia!... Não pode ver um pinto de pé!

 

 

 

Para colocar no banheiro e refletir sobre esta verdade:

 

Neste lugar solitário

onde a vaidade se acaba

todo malandro se esforça

todo valente se caga.

 

 

Para provocar as meninas:

 

- Hei!... De azul, quer eu pra tu?...

 

- Você mora no meu coração, só de calcinha!

                                                                                    

- Se você  não me quiser vou me enforcar no pé de melancia!

 

- Vamos pro meu apartamento fazer as coisas que eu já espalhei pra todo mundo que a gente faz?...

                                                    

 

 

                                             Exame da goma

                                                                                                     Eristow Nogueira

     Existia um exame no exército que era muito temido pelo baitolal enrustido, o famoso exame da goma. Os recrutas, um após outro, tinham que se sentar numa cadeira onde se espalhava uma camada uniforme de goma (o mesmo que polvilho em algumas regiões do Brasil). Ao levantar-se, o paciente deixava o retrato gomado do cu. Contavam-se as pregas (o normal aceito pela convenção internacional dos engomadores de cú é de 25 pregas até os cinquenta anos, quando vai declinando até só restar a prega mestra) se estiver faltando a prega mestra (sinal de virgindade anal) o recruta era rejeitado com a desculpa de excesso de "cu tingente" ( depois a palavra evoluiu para contingente). A falha no diagnóstico freqüentemente manchava (tingia –"tingente") o nome das forças armadas.

 

 

                                             Receita para espantar sogra:

                                                                               Eristow Nogueira

                                                                                                  

     Se souber da sentença da chegada 8 horas antes, ingerir separadamente (a mistura fora do estômago é quimicamente instável, pode levar a morte por asfixia) batata doce, cebola roxa e tomar uma latinha de cerveja quente. Após 5 horas recomenda-se a abertura das janelas, não freqüentar elevadores ou fazer exercícios físicos (acelera a reação). Logo na primeira sentada da veia, vira a cara de banda e sapeca o peido, vê se aperta o bucho pra sair tudo duma vez. Joga a culpa na "véia" e pergunta se o urubu foi frito ou cozido. Se o peido demorar para sair tome duas doses de cana e tire o gosto com sirigüela ou caju, o bafo é pior do que o peido. Boa sorte.

 

 

                                                       O Cúmulo da...

Aventura: Fazer sexo oral com uma canibal. 
Basquete: Jogar a bola na cesta e ela cair no sábado. 
Burrice: Ser reprovado no exame de fezes. 
Ciúmes 1: Brigar com a mulher porque só um dos gêmeos se parece com o pai. 
Ciúmes 2: Brigar com a mulher porque ela abriu as pernas na hora do parto. 
Coincidência: No cinema, tirar meleca do nariz, fazer uma bolinha e, 
ao grudá-la debaixo do assento, encontrar outra. 
Concisão: Escrever redação sobre um jogo de futebol: "Partida 
adiada devido ao mau tempo". 
Confiança: Jogar palitinho pelo telefone. 
Distração: Na lua de mel, levantar da cama e deixar 10 dólares na mesinha de cabeceira e ir embora.  
Economia 1: Tirar cera do ouvido e passar no chão. 
Economia 2: Usar o papel higiênico dos dois lados. 
Educação: O viado sendo enrabado de quatro na cama, falar para o 
seu amante: "Desculpe-me por lhe dar as costas.". 
Egoísmo: Não vou contar, essa, sou muito egoísta...
Elasticidade: Colocar um pé no Pão de Açúcar, outro no Corcovado e 
lavar o saco na Baia da Guanabara. 
Engano: Uma minhoca entrar numa macarronada pensando que é uma suruba. 
Esperança: Travesti tomar groselha na esperança de ficar menstruado. 
Exagero: Passar manteiga no Pão de Açúcar. 
Força: Dobrar uma esquina. 
Frigidez: No depois, você perguntar para a sua amante: "Você 
gostou?" e ela responder: "De que?". 
Ignorância: Abrir a caneta pra procurar as letrinhas. 
Inocência: A menininha de 12 anos espremer os peitinhos achando que e espinha. 
Inteligência: Comer sopa de letrinhas e cagar em ordem alfabética. 
Lerdeza: Assistir corrida de lesma em câmara lenta. 
Maldade: Colocar tachinhas na cadeira elétrica. 
Masoquismo: Escorregar nu em um tobogã de gilete, cair numa piscina de álcool, tomar 
chuveirada de sal e se enxugar com bom-bril. 
Moleza: Correr sozinho e chegar em segundo. 
Nulidade: Ser reserva de gandula. 
Paciência 1: Limpar o c.. do elefante com confetes! 
Paciência 2: Vomitar de canudinho. 
Preguiça: Casar com uma mulher grávida de outro. 
Racismo: Tomar Black&White em copos separados. 
Rapidez 1: Fechar a gaveta e jogar a chave dentro.. 
Rapidez 2: Dar a volta na mesa e alcançar você mesmo. 
Rapidez 3: Ir ao enterro de um parente e ainda encontrá-lo vivo. 
Rebeldia: Morar sozinho e fugir de casa. 
Respeito: Transar com uma viúva usando camisinha preta. 
Sorte 1: Ser atropelado por uma ambulância. 
Sorte 2: No Futebol: Bater pro Gol e acertar no Omega. 
Vaidade: Engolir um batom para passar na boca do estomago. 
Vegetarianismo: Levar a Carla Perez à noite para uma horta e só comer legumes...
Velocidade: Dar a volta na mesa e pegar você mesmo! 
Visão: Derrubar 10 faixas pretas com um golpe de vista. 
Vôlei: Você dar uma Manchete e acertar na Globo.

 

                                      O valor que o peido tem. 

                                                       Otacílio Batista

                                                                                                              

O peido é bom toda hora
Sem peido não há quem passe
A criança quando nasce
Tanto peida quanto chora.
Um peido ao romper da aurora
Eu não troco por ninguém
Há noites que eu solto cem
Peidos grandes e pequenos
Já conheço mais ou menos
O valor que o peido tem.

Um velho já moribundo
Nas agonias da morte
Soltou um peido tão forte
que se ouviu no outro mundo,
o peido gritou no fundo
que só apito de trem,
o velho sentiu-se bem
Levantou-se no outro dia
dizendo a quem não sabia o valor que o peido tem.

Pela porta do bufante
para não morrer de volvo
Diariamente eu devolvo
Peido grande a todo instante
o sujeito ignorante
não me compreende bem
Fecha a porta do sedém
Deixa o peido apodrecer
Esse morre sem saber
O valor que o peido tem.

Um peido silencioso
Por baixo de um cobertor
É tão grande o seu valor
Que descrevê-lo é custoso
Cheira mais que o mais cheiroso
Vale de Jerusalém,
As roseiras de Siquém,
As Savanas do Saara
Nada disso se compara
O valor que o peido tem

Ofende muito a pressão
Peido grande encarcerado
Deixa o corpo aliviado
Depois que sai da prisão
As veias do coração
Controlam-se muito bem
Sente o coração também
Uma alegria sem par
Ninguém sabe calcular
O valor que o peido tem.

Uma dor que faz mudar
A cadência dos ouvidos
São os peidos recolhidos
Que você não quis soltar
Não vá se... prejudicar
Em respeito a seu ninguém
O velho Matusalém
Quase mil anos viveu
Porque toda vida deu
O valor que o peido tem.

Fubica foi se casar
Ou se casava ou morria
Peidou tanto nesse dia
Quase derruba o altar,
A noiva foi reclamar
Findou peidando também
O padre disse meu bem
Só não peida quem morreu
Ninguém dá mais do que eu
O valor que o peido tem.

Peido azedo de água soda
Fede a casca de limão
E de jabá com feijão
Passa folgado na roda
Peido nenhum se incomoda
Com censuras de ninguém
Presta um favor quando vem
Aliviar quem padece
É quando a gente conhece
O valor que o peido tem.

Um peido em pleno verão
Cheirando a cu de veado
Tava sendo arrematado
Numa festa de leilão
Quando chegou num milhão
Não quis mais gritar ninguém
Naquilo o prefeito vem
Dizendo a honra me cabe
Minha prefeitura sabe
O valor que o peido tem.

Eu não conheço valente
Por muito brabo que seja
Que não peide na peleja
Vendo o perigo na frente
Com o medo que a gente sente
Mais ligeiro o peido vem
Empurrado por xerém
Cebola, feijão, quiabo
Dizer na porta do rabo
O valor que o peido tem.

No mundo não há ninguém
Pra saber mais do que eu
O valor que o peido tem
E o peido que a nega deu.

 

 

 



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